domingo, 15 de março de 2009

âncora

Afasto-me a ânsia e sinto a brisa ligeira a varrer o meu rosto. Nasci novamente e novamente e novamente, para no fim, sentir apenas ou mais grandiosamente, aquilo que sinto desde sempre. O rio engole as minhas profundezas nas suas e chego a conclusão que todos os rios do meu mundo desaguam no mesmo mar.